Por que somos vítimas de um mundo virtual egocêntrico?
O mundo virtual nem sempre aparenta ser amigável, acolhedor, e socialmente justo. Embora as redes sociais tenham ajudado muitas pessoas a divulgar suas preferências, formas de expressar, atividades profissionais e encontrar amigos (também fazer novos amigos), esses dados e imagens, incluindo vídeos, podem prejudicar e a abalar psicologicamente pessoas normais e saudáveis ao ponto de se tornarem refém de atitudes maléficas, antiéticas e esmagadoras da cooperação, causando conflitos para gerar cada vez mais uma sociedade em guerra, competitiva e doentia emocionalmente.
Diversos casos são apresentados, tanto nas Mídias sociais como nos outros meios de comunicação (televisão, rádios, filmes, documentários e jornais) relacionados ao desrespeito da privacidade individual, assim como o preconceito e a difamação entre as diferentes etnias, culturas e crenças, religião e opção sexual, grupos de amigos e familiares. O egocentrismo pode prejudicar e criar “câncer virtual”, ou seja, os donos dessas redes (Mídias sociais) ganham audiência, prestígio e dinheiro com a publicidade desaforada e não consentida pela exposição ingenuamente do indivíduo. Quando descrevo sobre “câncer virtual”, me refiro a uma doença progressiva (que não é física), mas repleta de ação usurpada e que precisa ser rapidamente controlada e curada, para não criarmos um sistema viciante em crimes cibernéticos mutilador da essência da humanidade (generosidade, espírito cooperador, amorosidade, criatividade e a busca da evolução do ser).
Muitas pessoas desconhecem seus próprios direitos e tornam-se vulneráveis à invasão de privacidade sem buscar o conhecimento para sua proteção e dignidade. Os direitos humanos foram criados em função da intervenção de crueldades, como a manipulação e atitudes escravagistas.
Atualmente no mundo virtual, atitudes virtuais escravagistas são realizadas por pessoas egocêntricas, manipuladoras e doentias por almejar status e fama, mas elas esquecem do prejuízo que virá ao seu ser interior, principalmente a falta de paz e a plenitude de sua consciência. Lembrem-se: a verdade sempre prevalecerá para o bem da humanidade.
Por esta e outras razões devemos buscar o conhecimento dos nossos direitos humanos para lutar contra essa “escravização virtual” que abalaram a vida psicológica e tiraram a liberdade e sua dignidade. Denuncie casos virtuais que foram divulgados sem seu consentimento à Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (Drcc) e a Delegacia de Violação de Dispositivos Eletrônicos e Rede de Dados.
Christian Yukio Bazante Yamaguishi
aluno da 9a série do Ensino Fundamental II
14 anos
Excelente Christian! Uma ótima visão desse mundo onde, ao mesmo tempo muda nossas vidas, fazendo -se tão necessária e útil, também fã, com que nos tornemos dependentes.
ResponderExcluirDevo dizer que falta- nos disciplina virtual...
Parabéns garoto! Um futuro brilhante o aguarda!
Faz*
ResponderExcluirParabéns Chrisrian excelente texto continue esplanando suas idéias.
ResponderExcluirBom texto, ótimo conteúdo.
ResponderExcluirImportante para atentar-se não somente ao lado positivo da internet, e sim também aos risco que ela traz aos mais vulneráveis, como conteúdos impróprios e/ou parciais de seus influenciadores, que podem acarretar más formações de intelecto, educação sociológica e desinformações futuras.
Muito bom, parabéns!
Parabéns, excelente texto. Sinto alegria em ver que um menino tem essa preocupação com o próximo e nos ajuda com esse tipo de violência e desrespeito. Continue grande menino.
ResponderExcluirParabéns Christian. Você escreve muito bem e é um texto excelente.
ResponderExcluirContinue assim que você terá um futuro maravilhoso te aguardando.
Impressionante!
ResponderExcluirTexto muito bem escrito, com clareza nas ideias, argumentos sólidos vindos de muita reflexão.
Parabéns garoto!
Parabens. Escrever e um dom de poucos e você tem. Mas nao deve ser so o reflexo do que se ler. Senti falta de você no texto. De sua leveza.
ResponderExcluirCrie seu estilo, algo bem seu. Ja está bom e vai ficar melhor ainda! Com carinho; Edna