Classificados
Não consigo mais te olhar, com a brisa que a leva ao mar.
Eu pensei que seria assim, mas tudo que é real...tem fim.
Dias se passam, repassam, no meu quarto me lembro de histórias, que me levam pra perto de mim
Pensando em progressos entre progressos, não adianta se tudo nos leva ao ter fim
Trágico ou não, mas não me venha com sua falsa ou mera visão,
pode ser até um ponto de opinião, mas o que me fala não pense que já não ouvi,
então
Vivemos andando na mesma linha sem nos mostrar o porquê, refletimos nos pontos cegos, nos chamaram de depre !
Nós associam com números e acham ruim vosso povo em depressão, porque não citamos pelo CPF aquele que está na televisão
Letras ou números, classificados como um povo absolutista, tu também saiu de uma vagina, me desculpe meu ponto de vista!
Certamente nos diferenciamos onde nascemos, e infelizmente é real, mas se tivesse uma escolha, sofreriam menos, por eu ser um cara conceitual
Do que se vale entendermos o próximo, já sabem que iremos partir, ou do que se vale não entender nada, e se contentar no mero existir
Nos mostraram dois lados da moeda, pra entender o certo, perguntarmos pra outra matéria, se não vos responder...Oooh Money de tu seremos servos!
Andando na multidão observo e vejo o ciclo de Krebs, com a rotina em Ascenção, de ATP nossa nação terá seu crédito
Confundidos nos caminhos por ter toda a certeza, seremos a moldagem na sorte de uma família perifericamente com incertezas, talvez assim não classificaremos ou citaremos o que ser a real, ou o que é viver, muito clichê, pra mim vira pessoal.
Caio Candido
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